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Um sentido de Beleza

A vida fala-nos através dos acontecimentos quotidianos – as coincidências, os acasos, os imprevistos, os acidentes, as situações que se repetem.
Paul Auster chama-lhe “a poesia da vida”, Kundera fala de um sentido de beleza, da vida composta como uma partitura musical. Paulo Coelho, na sua obra “O Alquimista”, chamava-nos a atenção para os Sinais.
Mas podemos , embrenhados como estamos nos afazeres dos nossos dias, prestar atenção a algo mais que não seja às coisas concretas e imediatas?
Com que frequência nos deixamos surpreender pela poesia da vida, por esses acontecimentos que, de forma improvável, rimam entre si?
Podemos receber , de alguma maneira, esses oráculos quotidianos? Podemos parar e questionar-nos? Com que atitude respondemos a essas “chamadas de atenção” que a vida usa para se comunicar connosco?

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